Pare, pense e reflita: Havia um sábio e bom rei que já se encontrava no fim da vida. Pressentindo a chegada da morte, chamou seu único filho, tirou do dedo um anel e deu ao filho dizendo: "Meu filho, quando fores rei, leva sempre contigo este anel. Nele há uma inscrição. Quando estiveres vivendo situações extremas, de glória ou de dor, tira-o e lê o que há nele".
O rei morreu e seu filho passou a reinar usando sempre o anel que o Pai lhe deu. Passado algum tempo, surgiram conflitos com um reino vizinho que acabaram culminando em uma terrível guerra. À frente de seus soldados, o jovem rei partiu para enfrentar o inimigo. No auge da batalha, seus companheiros lutavam bravamente, mas havia muitos mortos, feridos, tristeza, dor...
O rei, quase em desespero, lembrou-se do anel, tirou-o e leu a inscrição: "Isto também passará!". E ele continuou a luta, perdeu batalhas, venceu outras, mas ao final saiu vitorioso. Retornou ao seu reino e, coberto de glória, entrou em triunfo na cidade. O povo aclamou ardorosamente o rei, o herói; foi um momento de orgulho e honra. Nesse momento, ele se lembrou de seu velho e sábio pai, tirou o anel e leu: "Isto também passará!".
Todas as coisas na Terra passam. Os dias de dificuldades passarão, os dias de triunfo e de glória igualmente passarão.
Alexandre "o Grande" também entendeu isso. À beira da morte, convocou seus generais para que cumprissem seus três últimos desejos:
Todas as coisas na Terra passam. Os dias de dificuldades passarão, os dias de triunfo e de glória igualmente passarão.
Alexandre "o Grande" também entendeu isso. À beira da morte, convocou seus generais para que cumprissem seus três últimos desejos:
1) que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos mais importantes médicos da época;
2) que fossem espalhados no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (ouro, prata, pedras preciosas), e
3) que suas duas mãos fossem deixadas fora do caixão, à vista de todos.
Um dos generais, admirado com desejos tão estranhos, perguntou a Alexandre quais as razões. E ele explicou:
Um dos generais, admirado com desejos tão estranhos, perguntou a Alexandre quais as razões. E ele explicou:
1) quero que os importantes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles não tiveram poder de cura perante a morte. Por mais inteligente e importante que seja um homem ele é limitado;
2) quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui permanecem, e
3) quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.
A Bíblia descreve a vida de Salomão, a quem Deus concedeu riquezas e glórias que nenhum mortal conseguiu conquistar até hoje. Uma rainha, ao visitá-lo, exclamou: "Metade não me contaram" (2ª Cr 9.6). Ele conheceu muito bem essa estrada do dinheiro, do poder e do sexo. Atente-se para os conselhos deixados por ele: "Tudo quanto desejaram os meus olhos, não lhes neguei, nem privei o coração de alegria alguma..." (Pv. 2.10).
"Tudo quanto desejaram os meus olhos, não lhes neguei, nem privei o coração de alegria alguma..." (Pv 2.10); "Afasta o teu caminho da mulher adúltera... Para que teus bens não se fartem os estranhos, e o fruto do teu trabalho não entre em casa alheia, e gemas no fim da tua vida..." (Pv 5.11). Veja mais exemplos em (Ec 4.10, 12-13) e (Ec 12.8,13).
Que tal ouvir a voz da sabedoria?
A Bíblia descreve a vida de Salomão, a quem Deus concedeu riquezas e glórias que nenhum mortal conseguiu conquistar até hoje. Uma rainha, ao visitá-lo, exclamou: "Metade não me contaram" (2ª Cr 9.6). Ele conheceu muito bem essa estrada do dinheiro, do poder e do sexo. Atente-se para os conselhos deixados por ele: "Tudo quanto desejaram os meus olhos, não lhes neguei, nem privei o coração de alegria alguma..." (Pv. 2.10).
"Tudo quanto desejaram os meus olhos, não lhes neguei, nem privei o coração de alegria alguma..." (Pv 2.10); "Afasta o teu caminho da mulher adúltera... Para que teus bens não se fartem os estranhos, e o fruto do teu trabalho não entre em casa alheia, e gemas no fim da tua vida..." (Pv 5.11). Veja mais exemplos em (Ec 4.10, 12-13) e (Ec 12.8,13).
Que tal ouvir a voz da sabedoria?
A palavra desejo não deve ser confundida com cobiça. O homem é um ser criado por Deus e foi criado com desejos naturais da vida. Mas, quando esse desejo parte para o nível do descontrole, de forma maliciosa e excessiva, é desagradável a Deus, aí podemos nomeá-lo de cobiça.
Áreas em Que a Cobiça Atua
A Bíblia nos relata a cobiça em três áreas em (1 João 2.15-16) “Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo.” Vemos neste trecho que toda cobiça está totalmente ligada com o mundo (sistema pecaminoso).
A Bíblia nos relata a cobiça em três áreas em (1 João 2.15-16) “Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo.” Vemos neste trecho que toda cobiça está totalmente ligada com o mundo (sistema pecaminoso).
Concupiscência da carne (desejos da natureza humana) – (Gálatas 5.19-20).
Concupiscência dos olhos (vontade de ter o que agrada aos olhos).
Soberba da vida (orgulho pelas coisas da vida– fama, riquezas, poderio e honrarias). Essas são três áreas chaves da atuação da cobiça na vida do homem e devemos vencer cada uma delas em consagração do nosso coração.
A Cobiça é o Princípio da Queda
Todo pecado consumado se principia na cobiça. “Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência. Depois, havendo a concupiscência concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte.” (Tiago 1.14-15).
A Cobiça é o Princípio da Queda
Todo pecado consumado se principia na cobiça. “Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência. Depois, havendo a concupiscência concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte.” (Tiago 1.14-15).
A cobiça gera um incentivo à prática do pecado, ou seja, ela faz com que o homem peque mesmo sabendo que está ultrapassando o limite estabelecido por Deus. É por isso que Salomão disse em (Provérbios 1.19) “Tal é a sorte de todo ganancioso; e este espírito de ganância tira a vida do que o possui.”.
Note que aquele que se entrega à cobiça sofre uma prisão ocasionada por ela. A cobiça é como uma arapuca ou alçapão. Se cair nela ficará preso e fará a vontade dela. Batalhamos para não pecar, mas, pelo fato de termos valorizado a cobiça, não encontramos forças perante a tentação e acabamos não resistindo ao pecado.
Exemplos de Danos Causados Pela Cobiça
A cobiça pode estar presente praticamente em todas as áreas da vida do homem. Cada um será tentado pela sua própria cobiça. Vejamos alguns exemplos bíblicos:
Exemplos de Danos Causados Pela Cobiça
A cobiça pode estar presente praticamente em todas as áreas da vida do homem. Cada um será tentado pela sua própria cobiça. Vejamos alguns exemplos bíblicos:
Vida sexual: Davi e Bateseba – (2 Samuel 11.1-3). A cobiça levou Davi a cometer dois grandes erros: adultério e homicídio. Essa é uma área da nossa vida que exige muita atenção, pois, se valorizarmos a cobiça nesta área acabaremos sendo dominados pela atração física e até mesmo pela obsessão emocional podendo acarretar sérios problemas para a nossa vida.
Podemos ver outros exemplos de erros cometidos por causa da cobiça nesta área através de: Amnom e Tamar – (2 Samuel 13.1-2); Salomão e suas mulheres – (1 Reis 11.1-4). Vale a penas acatar a orientação de Salomão em (Provérbios 6.23-25).
Vida material: Deus quer que prosperemos em tudo, mas o problema é que o homem tende a aplicar o seu coração nas suas conquistas e riquezas e isso tem trazido prejuízo a muita gente. Vivemos num mundo materialista onde se julga a vida cristã pelo “ter” e não mais pelo “ser” e isso tem feito muitas pessoas se afastarem do verdadeiro sentido do Evangelho.
Ser dominado pela cobiça nesta área material acarreta uma tremenda sequidão espiritual e faz com que as pessoas sejam dominadas pela ganância e avareza (que é a idolatria). A Bíblia nos diz que o amor ao dinheiro é a raiz de toda espécie de males – (1 Timóteo 6.10). E por isso somos orientados a não colocarmos o nosso coração nas nossas riquezas e conquistas terrenas – (Salmos 62.10).
Vejamos alguns exemplos bíblicos de pessoas que se deram mal por valorizar a cobiça material em seu coração:
– Judas Iscariotes – (Mateus 26.14-16)
– Geazi – (2 Reis 5.20)
– Acã – (Josué 7.20-21)
– Geazi – (2 Reis 5.20)
– Acã – (Josué 7.20-21)
Fama e Status Pessoal e Religioso
A cobiça por vanglórias e reconhecimento humano nos traz uma visão errônea do reino de Deus. A cobiça valorizada nesta área acarretará certas dissensões e contendas em meio aos irmãos e segundo a Bíblia em (Provérbios 6.19) é o que Deus abomina.
Analisemos algumas pessoas que agiram mal devido a esse erro de valorizar a cobiça por algo pessoal envolvendo o reino de Deus:
– Corá – (Números 16.1-3).
– Religiosos da época de Jesus – (Mateus 27.17-18).
– Religiosos da época de Jesus – (Mateus 27.17-18).
A cobiça nesta área trará consigo a soberba e que por sua vez trará a queda – (Provérbios 16.18).
Relacionamento pessoal – Caim e Abel – (Gênesis 4.6-7).
Essa passagem bíblica é muito edificante para a nossa vida. Vemos que Deus advertiu Caim antes dele tomar sua desastrosa atitude de matar seu irmão.
Também vemos em (Provérbios 16.29-30). “O homem violento persuade o seu companheiro e guia-o por caminho não bom. Fecha os olhos para imaginar perversidades; mordendo os lábios, efetua o mal.”
COMO PODEMOS VENCER A COBIÇA?
Temos a orientação bíblica de que não devemos cobiçar - (Romanos 13:9). Mas, fica uma pergunta a cada um de nós: como podemos vencer a cobiça? Podemos adquirir na Bíblia alguns procedimentos que podem nos ajudar e muito a vencer esta grande incentivadora do pecado:
Temos a orientação bíblica de que não devemos cobiçar - (Romanos 13:9). Mas, fica uma pergunta a cada um de nós: como podemos vencer a cobiça? Podemos adquirir na Bíblia alguns procedimentos que podem nos ajudar e muito a vencer esta grande incentivadora do pecado:
a) Não devemos ser ignorantes. Muitos caem nos laços da cobiça simplesmente pela ignorância a respeito dela. Somos advertidos constantemente a respeito dos perigos espirituais que enfrentamos no nosso dia a dia e não podemos ignorá-los dizendo que isso nunca acontecerá conosco ou que seja um exagero da parte da ministração e ensino da Palavra de Deus. Devemos encarar com seriedade este assunto na nossa vida.
A cobiça é como uma bola neve, ou seja, começa como algo muito pequeno e termina como uma grande avalanche, algo que pode causar grande destruição. Ainda que seja algo muito insignificante não devemos ser ignorante. A Bíblia nos diz em (Efésios 4.26) “ Não deis lugar ao diabo...”, ou seja, não dê espaço ou brechas para ele atrapalhar a sua comunhão com Deus.
b) Devemos guardar nosso coração – (Provérbios 4.23). Segundo as palavras do Senhor Jesus em (Mateus 12.35) “o homem bom, do seu bom tesouro tira coisas boas, e o homem mau do mau tesouro tira coisas más”. É do conteúdo do nosso coração que se deriva as nossas ações. Se valorizarmos no nosso coração a cobiça, com certeza estaremos propensos a tomar atitudes que valorizam a carne e que desagradam a Deus.
E para isso precisaremos consagrar a Deus os canais de recepção da nossa vida, ou seja, teremos que santificar o nosso olhar, ouvir e meditar – (Provérbios 19:14) / (Salmos 101:3) . É de fundamental importância saturarmos o nosso coração com a Palavra de Deus para que possamos estar firmes contra a cobiça – (Salmos 119.11).
c) Aniquilando as fontes que estejam gerando a cobiça. Para se vencer a cobiça não basta conhecer a Bíblia, orarmos e jejuarmos com toda a intensidade (ainda que tudo isso seja necessário). Para vencermos a cobiça precisamos cessar com toda fonte de alimentação da mesma.
Precisamos mortificar as obras da nossa natureza decaída – (Colossenses 3.5). Enquanto a alimentamos, ela terá força suficiente para nos conduzir à prática do pecado e estaremos sempre vulneráveis ao erro porque estamos dando brechas para a nossa velha natureza.
Essas fontes variam de pessoa para pessoa, uma vez que somos diferentes um do outro e como a própria palavra de (Tiago 1.14-15) nos deixa claro que cada um é atraído e engodado pela sua própria cobiça.
CONCLUSÃO
Devemos de todas as formas possíveis vencer a cobiça para que possamos estar na presença de Deus e fazendo aquilo que é agradável ao Senhor. E para isso não podemos ignorar o perigo que a cobiça nos traz. Devemos guardar o nosso coração de ser alimentado por aquilo que ultrapassa o limite estabelecido por Deus em Sua Palavra.
CONCLUSÃO
Devemos de todas as formas possíveis vencer a cobiça para que possamos estar na presença de Deus e fazendo aquilo que é agradável ao Senhor. E para isso não podemos ignorar o perigo que a cobiça nos traz. Devemos guardar o nosso coração de ser alimentado por aquilo que ultrapassa o limite estabelecido por Deus em Sua Palavra.
Que venhamos a avaliar a nossa vida e fechar todas as portas e brechas que o inimigo esteja aproveitando para semear suas artimanhas e ciladas contra a nossa vida.
Façamos assim e certamente venceremos a cada dia está árdua batalha contra o pecado.
Estamos diante da corrida que mais recebe inscritos no planeta Terra, a busca desenfreada pelo dinheiro, o sexo em todas as suas formas mais inescrupulosas, possíveis e o desejo de galgar o poder a todo custo e isso, diga-se de passagem, é um fato terrivelmente lamentável.
Pense nisso ... e que Jesus te abençoe.