"Os Feridos de alma são curados os cativos e oprimidos livres são, os enfermos e doentes são sarados, pois o Espirito de Deus está aqui".
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
HERÓIS DO ENGANO
A
cada dia um
“super-herói” é apresentado pela mídia. Ainda que seja de mentirinha,
mas, filas para assistir suas proezas apontam para uma sociedade em
busca
de um herói que venha em seu socorro...
Começamos
nossos passos no verdadeiro cristianismo e a figura central
do mesmo que é Jesus Cristo, entretanto, com o passar do tempo muitas
vezes trocada pela figura do "herói" que nos levou até Ele ou nos
ministrou
por algum tempo. Acontece que aquilo que consideramos "herói" do nosso
ponto de vista, não passa de um mero vaso nas mãos do todo-poderoso,
porém
sujeito as falhas e dependente da graça e da misericórdia do Senhor,
tanto quanto nós.
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
PEDRA DE TROPEÇO OU MEMORIAL? A ESCOLHA É SUA!
“Então levantou-se Jacó pela manhã de madrugada, e tomou a pedra que tinha posto por seu travesseiro, e a pôs por coluna, e derramou azeite em cima dela” – (Gênesis 28:18).
Há um ditado que diz mais ou menos assim: “Se você só tiver limões, faça o melhor com eles; faça limonada”. Creio que na realidade o autor deste dito popular pensava em influenciar as pessoas a tirar proveito de cada situação constrangedora ou negativa, pois, por pior que seja sempre aprendemos algo com cada uma delas.
O relato descrito no livro de Gênesis, no capítulo 28 envolvendo um moço que fugia de seu irmão, nos é ainda mais esclarecedor. Nesse, o relato de Jacó poderia ser traduzido da seguinte maneira: “Se a vida de oferece uma pedra, derrame azeite sobre ela e transforme-a num memorial em sua vida”.
Foi exatamente isso que Jacó fez. Aquela pedra poderia ser tratada como qualquer outra, mas não foi. Aliás, a ênfase não está na pedra em si, e sim, no que se faz em relação a ela.
Para Jacó, aquilo que poderia ser apenas mais uma pedra no caminho, se tornou um memorial, pois, ali ele percebeu o agir de Deus em sua vida e percebeu que mesmo como fugitivo solitário, ele não estava só, mas Deus o vigiava.
Talvez você diga algo assim: “Mas irmão, Jacó erigiu aquela pedra por coluna e derramou azeite sobre ela porque Deus deu um sonho a ele...”. Correto! Entretanto, ele bem poderia ter ignorado a pedra, mas não o fez; logo, a atitude dele em relação à pedra nos ensina algo muito profundo:
Ou uma “pedra” que surge em nosso caminho se torna pedra de tropeço OU ela pode se tornar num memorial, entretanto, nossa atitude diante da situação é que definirá o que ela se tornará.
Deus TEM DADO SONHOS para muitas pessoas – e pessoas inclusive que estão lendo esta meditação – todavia, logo que uma “pedra” – “uma situação” – se lhes apareceu ao invés de derramarem azeite sobre ela, a tomaram por empecilho, resultando num enfraquecimento e numa súbita parada na caminhada. Mas, Deus é longânimo e diz que ainda há tempo.
Tome essa “pedra” que ao seus olhos é embaraço, é dificuldade e a coloque por memorial em sua vida. Derrame azeite sobre ela, ou seja, ORE sobre ela.
Agindo assim você permitirá Deus agir em sua vida de uma maneira tão poderosa que seus pés não serão ligeiros o bastante para se distanciar das bênçãos do Senhor que virão sobre ti e te alcançarão.
Pedra de tropeço ou memorial? A escolha é sua!
Por Vilson Ferro Martins – www.vozdotrono.com.br
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
ALÉM DA ZONA DE CONFORTO
Imagine um aquário aberto dentro do mar, esta foi a melhor ilustração que conseguimos para demonstrar como ocorre a Zona de Conforto. Neste aquário tem água limpa e vi alguns peixes, que mesmo com a possibilidade de sair para um “Mar de Oportunidades” escolhem ficar ACOMODADOS na segurança, calma, previsível, tranqüila, mas também limitada, chata e monótona águas do pequeno aquário, mesmo vendo o horizonte LIVRE pelo vidro límpido e uma porta larga, aberta e convidativa para a liberdade.
Na realidade o conceito de Zona de Conforto é mesmo como um pequeno aquário dentro do mar, pois são os comportamentos que estamos acostumados a ter, que não nos causam ansiedade, que não nos trazem riscos, em outras palavras, a zona de conforto é o mesmo que comodismo, ou ainda menor esforço. Convidamos você a meditar no texto, para que possamos entender melhor o que é viver em estado de acomodação:
(II Re 6:24,25 ; 7:3-11) "...Depois disto Ben-Hadade, rei da Síria, ajuntou todo o seu exército, subiu e cercou a Samaria. Houve grande fome em Samaria, porque a cercaram até que se vendeu a cabeça de um jumento por oitenta siclos de prata, e a quarta parte de um cabo de cebola selvagem por cinco siclos de prata (...) Quatro homens leprosos estavam à entrada da porta, os quais disseram uns aos outros:
Para que estaremos nós aqui assentados até a morte? Se dissermos: Entremos na cidade, há fome na cidade, e morremos ai. Se ficarmos aqui também morreremos. Portanto, vamo-nos ao arraial siro e nos rendamos. Se nos deixarem viver; viveremos; se nos matarem; tão somente morreremos. Levantaram-se ao crepúsculo, para irem ao arraial dos siros.
Chegando eles a entrada do arraial, não havia ninguém, pois o Senhor fizera ouvir no arraial dos siros um ruído de carros e de cavalos, como o ruído de um grande exército, de maneira que disseram uns aos outros: Vede , o rei dos judeus alugou os reis dos heteus e os reis do egípcios, para vir contra nós. Pelo que se levantaram e fugiram, ao crepúsculo, e abandonaram as suas tendas, seus cavalos, e seus jumentos. Deixaram o arraial com estava, e fugiram para salvar a sua vida.
Chegando esses leprosos à entrada do arraial, entraram numa tenda. Comeram e beberam e, tomando dali prata, ouro e vestes se foram-se e os esconderam. Voltaram, entraram em outra tenda, e dali também tomaram alguma coisa, e a esconderam. Então disseram uns aos outros: Não fazemos bem. Este dia é dia de boas novas, e nos calamos. Se esperarmos até a luz da manhã, algum castigo nos sobrevirá.
Pelo que vamos e o anunciemos à casa do rei. Assim, vieram e bradaram aos porteiros da cidade, e lhes anunciaram: Fomos ao arraial dos siros e lá não havia ninguém, nem voz de homem, porém só os cavalos e os jumentos atados, e as tendas como estavam. Os porteiros gritavam a nova e anunciaram dentro da casa do rei..."
Um dos maiores inimigos para experimentarmos o que de melhor Deus tem para nós é estar em zona de conforto. A maioria das pessoas estão tão preocupadas com a sua zona de conforto que elas não estão dispostas a fazer aquilo que é necessário a fim de irem adiante no que Deus preparou para elas.
Sair de nossa zona de conforto significa muitas vezes ter que se defrontar com certas pessoas, aprender uma nova habilidade, trabalhar em áreas diferentes, apresentar as suas idéias, assumir riscos, trabalhar duro - tudo isto é muito desconfortável, porém, absolutamente necessário na caminhada a uma vida bem sucedida.
Você é que tem que decidir se deseja uma vida de conforto ou uma vida de realizações. Se você quer ser qualquer coisa, fazer qualquer coisa, e ser aquilo que você sente que Deus deseja que você seja, você tem que estar disposto a dar um passo para fora da sua zona de conforto e tomar as decisões que forem necessárias serem tomadas.
Dê uma boa examinada nas coisas que você faz todos os dias e pergunte a si mesmo por que é que você esta fazendo essas coisas. Você as faz porque é confortável e por que é mais fácil? É muito comum evitarmos determinadas coisas só porque isso pode nos causar um certo desconforto.
A zona de conforto em si não é maligna. É o resultado daquilo que você já conquistou. Mas, se acomodar nela, pode ser algo maligno para você no futuro. O lado bom de partir para o desconhecido está em que o tamanho de sua realização pode ser ampliado. Um curto período de desconforto é muito melhor do que chegar ao fim da vida e ver que você não realizou nada!
Toda mudança normalmente provoca uma grande reviravolta, seja qual for a situação. Mudar significa remover, modificar, transformar, converter. Aliás, mudar é resultado do desconforto e do inconformismo com o que se está vivendo e representa uma necessidade de transformação.
Nada se muda quando tudo está bem, apesar de muitos preferirem uma situação mais cômoda ao invés da transformação provocada pela mudança. Mudar também significa evoluir, seja no campo pessoal, familiar, profissional e espiritual. Quando se decide pela mudança, deve-se estar consciente de que haverá conversão, tendo em vista que mudança requer ampla e profunda transformação, caso contrário não é mudança.
No campo pessoal, familiar e profissional, busca-se a mudança para que se possa crescer e amadurecer, ponderando-se sobre uma carência no tocante ao novo. Isto é, mudar também representa um grande desafio em busca de novidades. Mas, não se muda simplesmente por mudar. É preciso que haja uma vontade de mudança. Mudar por mudar não leva a nada, porque mudança significa sair da zona de conforto para enfrentar uma nova realidade, onde tudo tende a ser novo, e muitos não gostam do novo.
No campo espiritual, mudar também significa renunciar a uma situação que se está vivendo para experimentar uma grande transformação. Essa transformação ocorre quando se decide abandonar tudo para viver com Jesus, através de uma entrega total e renovadora. A transformação por Jesus Cristo também resulta de uma grande e profunda vontade de mudar. Mudar o comportamento, o relacionamento com as outras pessoas, ser mais ético, mais voluntarioso, mais sensato, mais tolerante, mais paciente e, principalmente, mais humilde.
Mudar por Jesus Cristo significa abdicar de tudo o que nos prende a este mundo. Mudar por Jesus Cristo representa a oportunidade de ter uma vida totalmente renovada e transformada, de experimentar uma nova realidade que somente Jesus pode proporcionar.
Que possamos sair da nossa zona de conforto e avançar para os propósitos de Deus.
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
ADUBANDO A INVEJA
"...Ignore a tua mão esquerda, o que faz a tua mão direita" – (Mateus 6:3.)
Nós, a coroa da criação de Deus temos uma necessidade imensa de falar sobre o que fazemos. Não é assim?
Parece até que a queda injetou em nosso DNA um cromossomo político. Parece até a síndrome do Sid (da Era do Gelo) que anuncia tudo o que faz a ponto de ser recriminado por seus amigos por tal atitude!
Encontramos pessoas que é quase impossível conversar com as mesmas, dada a quantidade de "eu fiz – eu faço – eu vou fazer - eu aconteço" que as mesmas possuem para contar(minar). Será isso necessário? De certa forma não é um depreciar do (texto de João 15:5)?
Nosso irmão Tiago nos orienta a usar bem pouco nossa língua e assim falar pouco e usar bastante nossos ouvidos, ouvindo mais do que falamos, porém, percebemos a nítida inversão desta ordenança. Há uma necessidade quase incontrolável em falar muito e ouvir pouco ou quase nada.
É correto anunciar tudo o que fazemos, realizamos, empreendemos ou sonhamos aos outros? Talvez para nossas bisavós fosse, mas na atual sociedade isso se torna uma armadilha!
Pelo menos um aspecto vamos apontar para meditarmos acerca do assunto em questão: Por que e como a inveja é despertada, toma “vida” e muitas vezes cresce assustadoramente produzindo morte?
Nem sempre, mas na maioria das vezes porque se fala demais, se diz algo e a outra pessoa começa a observar, atentar e fatalmente a semente da inveja inicia seu germinar no solo daquele coração, e o pior é que não fica só nisso. Portanto, muito discernimento para anunciar aos outros o que se faz. Não por acaso existe na Bíblia Sagrada um texto assim: “A inveja é como podridão nos ossos” – (Provérbios 14:30).
Ora, o que são os ossos para o corpo? Não são como as colunas nos grandes edifícios? E se as tais ruírem, tudo o mais ruirá junto! Percebe o perigo?
Para sermos bem honestos conosco mesmos, não devemos nem anunciar a nós mesmos acerca do que fazemos. Alguma vez você não empreendeu um ato de caridade e logo em seguida começou a refletir e a se arrepender? Pois é, em assim fazendo damos margem para o inimigo semear confusão em nossas mentes ou então começamos a desenvolver o nosso ego e ele desenvolvido torna-se num inimigo fatal para nós mesmos.
É um gigante que se alimentado fatalmente nos devorará. O Senhor disse que: "não devemos tocar trombetas diante de nós mesmos"- (Mateus 6:2).
E também disse: "...Ignore a tua mão esquerda, o que faz a tua mão direita" – (Mateus 6:3).
Entretanto, ao tirarmos o foco de nós e nos atermos em fazer a vontade do Senhor e em agradá-LO, veremos que Ele tem uma maneira excelente e absoluta de levar em consideração TUDO o que pensamos e falamos, sentimos e empreendemos nEle e absolutamente nada será esquecido. (I Coríntios 15:58).
Pode ser que não venhamos receber de fato a recompensa (a atenção) que esperávamos aqui e agora como queremos, mas certamente não seremos vítimas das cirandas de satanás através de uma das armas mais poderosa que ele possui contra nós – a inveja.
“O furor é cruel e a ira impetuosa, mas quem poderá enfrentar a inveja”? – Provérbios 27:4.
por Vilson Ferro Martins – Visitem www.vozdotrono.com.br
terça-feira, 31 de julho de 2012
ESTAIS APERCEBIDOS !!! LIDERANÇA DOENTE, IGREJA FERIDA
“... porque as suas transgressões se avolumam, multiplicaram-se as suas apostasias”. – Jeremias 5:6b.
...Para refletirmos e orarmos...
O fato de muitos daqueles que aceitam as boas novas do Evangelho não permanecerem na igreja, e, às vezes, se afastarem da fé é bem conhecido. A maioria dos cristãos, porém, não tem muita consciência do número de líderes que têm de uma forma ou outra, naufragado no exercício do ministério.
Veja abaixo, os resultados de uma pesquisa realizada nos Estados Unidos para traçar um panorama dos problemas da atividade pastoral...
- 70% dos pastores admitem sofrer de depressão e estresse.
- 80% deles sentem-se despreparados para o ministério.
- 70% afirmam só ler a Bíblia quando precisam preparar seus sermões.
- 57% deixariam suas igrejas locais, mesmo se fosse para um trabalho secular, caso tivessem oportunidade.
- 40% já tiveram casos extraconjugais.
- 30% reconhecem ter reduzido as próprias contribuições às igrejas após a crise financeira.
... E avaliar as conseqüências disso:
- 1,5 mil pastores deixam o púlpito todos os meses.
- 5 mil religiosos buscavam emprego secular no ano de 2009, mais do que o dobro do que ocorria em 2005.
- 2 a 3 anos de ministério é o tempo médio em que os pastores deixam suas igrejas, sendo em direção a outras denominações ou não.
Publicado na revista Cristianismo Hoje, edição 28, ano 5 – 2012.
Agora no Brasil:
- Estima-se que haja hoje, apenas no Brasil, entre 30 a 40 milhões que um dia frequentaram alguma igreja evangélica.
- Uma igreja de 10 anos que manteve a média de 200 membros viu passar por seu rol o dobro desse número. Isto é, 400 pessoas que passaram por essa igreja estão desviadas hoje.
- A porcentagem de desviados que retorna à igreja não passa de 10% no Brasil.
- Entre 60% e 70% dos desviados não receberam qualquer visita de líderes ou membros quando decidiram sair da igreja.
- Entre 40% a 50% receberam de uma a três visitas, que se revelaram na maioria das vezes de cobrança e condenação.
- Hospícios e presídios são os lugares de destino de boa parte dos desviados.
- De cada 10 andarilhos, 3 frequentaram uma igreja evangélica um dia.
- A maioria dos desviados (acima de 50%) é afetada pelo ressentimento com sua liderança.
Publicado na Revista Impacto, Edição 31, ano 5 – 2003.
O que os jovens “evangélicos” pensam? (Pesquisa realizada por uma ONG – Botucatu – SP - entre 877 jovens, sendo 186 “evangélicos”).
- 50% dos jovens evangélicos acham certo ir à balada.
- 53% dos evangélicos acham certo “FICAR”
- 41% dos evangélicos concordam com sexo no namoro.
- 40% dos evangélicos concordam em manter a virgindade até um namoro sério e 10% até uma “boa ficada”.
Publicado na Revista Impacto, Edição 40, ano 7 – 2005.
Preocupante, não?
Portanto, amados, sejamos hábeis em defender nossa salvação dia após dia seguindo o conselho do apóstolo Paulo que disse: “Por amor de ti somos entregues à morte todo o dia; Somos reputados como ovelhas para o matadouro” – (Romanos 8:36).
...Ou ainda, do mesmo Paulo: “Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe não caia” – (I Coríntios 10:12).
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Por Vilson Ferro Martins
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