sexta-feira, 8 de julho de 2016

MEDALHA DE OURO ETERNA!

"Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor" - 1 Coríntios 13:13.
 

Este ano de 2016, mesmo em meio a muitos contratempos parece que as Olimpíadas serão realizadas em nosso país.

Olimpíada é o nome dado ao período de quatro anos entre duas edições dos Jogos Olímpicos. O termo "Olimpíada", também costuma ser utilizado para designar uma edição dos Jogos Olímpicos, conhecidos coletivamente como "Olimpíadas".

As Olimpíadas acontecem de 4 em 4 anos, onde atletas de centenas de países, se reúnem num país para disputarem um conjunto de modalidades esportivas. A própria bandeira olímpica representa essa união de povos e raças, pois é formada por cinco anéis entrelaçados, representando os cinco continentes e suas cores (sendo o anel azul correspondente a Europa, o anel amarelo a Ásia, o preto a África, o verde a Oceania e o vermelho as Américas).

Os três primeiros colocados (cada qual em sua modalidade) sobem ao que conhecemos como "podium" ou pódio, para receber a recompensa.

O podium tem sua origem no mundialmente conhecido, o Coliseu, na Roma Antiga. Os assentos eram de mármore e a escadaria ou arquibancada dividia-se em três partes, correspondentes às diferentes classes sociais: o podium, para as classes altas; a meaniana, setor destinado à classe média; e os pórticos, para a plebe e as mulheres.

Ao lermos 1 Coríntios 13 observamos o apóstolo Paulo afirmar que na "olimpíada divina", entre tantos competidores, dentre os quais podem-se destacar a "linguagem dos homens"; "linguagem dos anjos"; "dom de profecia"; "mistérios; "ciência"; "o altruísmo"; "o sacrifício", cada um em sua respectiva modalidade, não são competidores a altura da fé, da esperança e do amor; entretanto, mesmo entre esses três, há um imbatível e sempre ocupará o lugar mais alto no podium - é o amor! Sempre!

Ele é insuperável porque é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Ele não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; não folga com a injustiça, mas folga com a verdade. Ele merece a medalha de ouro porque tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha!

É esse que devemos coroá-lo com a medalha de ouro em nossa vida e em nosso coração!

Medalha de ouro eternamente!

                                                                       

por Vilson Ferro Martins - www.vozdotrono.com.br


quarta-feira, 8 de junho de 2016

QUAL É A GRAÇA DE VIVER?

O capitalismo impede que pensemos nos verdadeiros valores da vida, tornando-nos verdadeiras máquinas de fabricar dinheiro para comprar tudo o que for possível. Será esta a nossa missão?

As pessoas vivem, dias após dias, numa sucessão de “intermináveis” dias. Quando somos crianças, a impressão é de que nunca chegará ao fim, mas à medida em que ficamos mais velhos, essa idéia vai perdendo força.

Qual é a graça de viver? Talvez o segredo esteja nesta palavra: GRAÇA. Podemos definir graça como o favor que se dispensa ou recebe, ou ainda, um dom sobrenatural. Coisa que veio na hora certa e não parecia tão provável. Portanto, algo muito bom que recebemos e nem temos a certeza de que somos merecedores. “Foi uma graça!”

A humanidade trabalha mais do que o necessário com o intuito de conquistar mais e mais, e por fim tem-se tanto que falta tempo para desfrutar prazerosamente desses resultados. A falta de tempo pode afetar a educação dos filhos, desprovendo-os de bons princípios, aqueles esperados por você e pela sociedade. Quando morremos deixamos muitos bens para os herdeiros, que nem sempre conseguem mantê-los. A educação, bem que não seria possível desperdiçar, nem sempre temos tempo para repassar. A boa educação passa por ensinar a cuidar de quem precisa de ajuda, a respeitar o que é dos outros, a trabalhar honestamente, a respeitar a natureza para dar direito às gerações futuras de desfrutar do que conhecemos e a cuidar e valorizar os mais velhos.

Qual foi a última vez que você caminhou com as pessoas que você ama num bosque, na rua ou no jardim da sua casa, só para curtir o momento? Alguma vez você já interrompeu o trabalho para olhar os seus colaboradores e trocar algumas palavras sem pensar que são minutos de perda da produção? Como você gostaria de ser lembrado depois de convidado a se despedir desta vida: somente pelo acúmulo de dinheiro ou por fazer algo desinteressado, apenas para melhorar o mundo? Você já parou para pensar que talvez viva somente mais 20 ou 30 anos e que este tempo passa rapidamente? Tenho certeza que sim, mas normalmente logo retornamos ao mundo “real”, esquecemo-nos de tudo e voltamos às mesmas “loucuras” diárias.

Lembre-se que a vida terrestre é muito mais do que simplesmente acumular riquezas financeiras. Precisamos habituar-nos a refletir mais, a questionar antes de simplesmente fazer, a curtir a vida ao lado daqueles que amamos e nos valorizam. Obviamente não defendo a ideia de parar de trabalhar ou deixar de fazer reservas para conquistar a segurança financeira, mas não acredito que este seja o ponto principal da nossa vida. Invista tempo para estudar, mesmo se já passou dos 40 anos, e para contemplar a beleza do mundo que Alguém fez para nós. Isto não tem preço!
Qual é a sua missão? O que você gostaria de fazer e que não há dinheiro que pague? O que você ainda não conseguiu conquistar e que está muito além do valor financeiro? Por que não investe mais tempo neste projeto?


Fonte: Contábeis – O Portal da Profissão Contábil – Contador: Gilmar Duarte

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Campanha do Agasalho 2016 - Malu Moletom

Malu Moletom é uma menininha que mora em um lugar onde as pessoas vestem, ao mesmo tempo, todas as roupas que têm. Quando o sol vai embora, a cidade é ameaçada por terremotos misteriosos. Graças a sua curiosidade, Malu Moletom descobre um segredo que ninguém imaginava. 

Malu Moletom. Uma história para aquecer a todos. Saiba mais emwww.campanhadoagasalho.sp.gov.br

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

CONFORME O CORAÇÃO DO PAI !



"E depois pediram um rei, e Deus lhes deu por quarenta anos, a Saul filho de Cis, homem da tribo de Benjamim. E, quando este foi retirado, levantou-lhes como rei a Davi, ao qual também deu testemunho, e disse: Achei a Davi, filho de Jessé, homem conforme o meu coração, que executará toda a minha vontade" - Atos 13:21-22.

Quando falamos em Davi uma das primeiras coisas que nos vem à memória é que ele derrotou Golias. É uma história muito contata que se aprende desde a infância.
Este cidadão chamado Golias era enorme para os padrões. Segundo a Bíblia ele tinha a altura aproximada de 2 metros e 92 centímetros, ou quase 3 metros (1 Samuel 17:4). Para se ter uma ideia a altura de qualquer porta em nossas casas é de 2 metros e dez centímetros.

Ele era forte e afrontava as tropas de Israel e não havia quem se enchia de coragem para enfrentá-lo, entretanto, um belo dia o franzino Davi resolve encará-lo e munido de uma funda e cinco pedrinhas acabou acertando o gigante que desabou como fruto maduro. Ele se aproveitou da queda e com a própria espada do inimigo o matou. (1 Samuel 17:51).

Agora, uma intrigante pergunta: Quem de fato foi o pior inimigo de Davi? Será que foi o tal Golias?
Não, o pior inimigo de Davi não foi o gigante, pois, a esse enfrentou e praticamente no mesmo instante resolveu a questão aplicando-lhe a pena de morte...

Então deve ter sido Saul? Sim! Saul do seu próprio povo, aliás, até então seu rei, foi sim seu arqui-inimigo e, motivado por inveja (entre outras coisas) perseguiu a Davi por mais de dez anos...
Saul superou Golias na "qualidade" de fustigador na vida de Davi!

Mas, vejamos: O Senhor bem que poderia ter removido - com Suas próprias mãos - tanto Golias quanto Saul e ter deixado o adorador Davi livre para continuar seus projetos de vida? Não poderia?
Lógico que sim, mas por que não o fez? Por que ele teve que se angustiar, sofrer, chorar, fugir, se esconder, procurar ajuda até mesmo em terra estranha?

Ora, Deus não era com ele? Certamente que sim, mas, por que tais coisas estavam lhe ocorrendo?
Davi estava sendo afinado por Deus em determinadas áreas de sua vida. Coisas que, somente ele passando pelo que passou se tornou possível tal "sintonia fina"... "Ainda que eu ande pelo vale de sombra de morte, não temerei mal algum"...

Não entraremos em detalhes, mas, pode procurar em sua vida que talvez isso já tenha acontecido ou esteja acontecendo o mesmo. O "Golias" foi rapidamente derrotado por terra, mas o tal "Saul"...como importuna...como irrita...como tira a paz...como provoca...e parece que nunca vai findar esse martírio...
Entretanto, pensemos nisso e lembremo-nos do que é dito pelo próprio Deus a respeito de ambos:
De Saul Deus diz: "ENTÃO disse o Senhor a Samuel: Até quando terás dó de Saul, havendo-o EU rejeitado, para que não reine sobre Israel?" - (1 Samuel 16:1). O próprio Deus o rejeitou. Já imaginou o que é ser rejeitado pelo próprio Deus?

De Davi Deus fala: "Achei a Davi, filho de Jessé, homem conforme o meu coração, que executará toda a minha vontade" - (Atos 13:22). Que coisa maravilhosa ser "achado" por Deus!
Saul foi pior que Golias, mas Davi suportou a ambos... porque era conforme o coração do Pai!

 por Vilson Ferro Martins - www.vozdotrono.com.br

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

SITUAÇÕES DA VIDA!



"E disse o rei: Torne para a sua casa, e não veja a minha face. Tornou, pois, Absalão para sua casa, e não viu a face do rei" - 2 Samuel 14:24.

Um terrível mal que sempre atingiu e atinge muita gente: A indiferença!
O rei Davi e seu filho Absalão se desentendem. Absalão foge da presença do pai e fica alguns anos distantes. Davi, depois de se ter consolado acerca do problema que os dividiu, sentia muita saudade de Absalão, até que concordou que ele retornasse, mas... que não visse sua face. Já pensou nisso? O pai consente em que o filho volte, mas nega-lhe o relacionamento? O resultado disso são feridas!

A indiferença é gerada pela rejeição, que por sua vez gera isolamento. Os que são feridos emocionalmente, frequentemente se fecham. A dor da rejeição é justamente devido ao fato de se sentir negligenciado. Segue-se a isso que nos fechamos para não sermos mais feridos do que já nos encontramos.

Essa barreira que achamos ser de proteção, se torna quase intransponível, não só a nível do relacionamento pessoal, como relacionamento familiar; e o mais grave dele, relacionamento com o próprio Deus. É aí que muitos lançam sobre si uma capa de proteção para cobrir suas feridas. Os tais geralmente preferem manter distância com medo de serem mais e mais rejeitados. Entretanto, feridas escondidas, são feridas não tratadas e problema ativo.
Talvez isso gere nos feridos de alma, dois tipos de mecanismos, dependendo da personalidade de cada um. Ou a pessoa passará ser vítima da indiferença ou vítima da hipersensibilidade.

Os hipersensíveis para chamar a atenção, caminham para a autodestruição, enquanto que os indiferentes caminham para a agressão. Ambos os caminhos são destrutivos.
O Senhor Deus procura transformar vidas assim. Ele sabe que com Sua graça e poder, tais pessoas podem ser curadas e suportar os abalos que a vida pode (e vai) proporcionar.

Deus sempre nos trata primeiro em nosso coração, em nossa alma, para depois tratar dos frutos. De nada adianta lidar com os frutos, sem antes tratar com a raiz do problema.
A graça e o poder do Senhor são uma bênção, desde que nos submetamos a ela, para todos os tipos de temperamentos. Temperamentos esterroados, lavrados e sacudidos se tornam frutíferos. Se tornam transbordantes, alargando suas tendas e transbordando para direita e para a esquerda. (Isaías 54:3).

Para com Deus há o tempo de trabalho, mas, igualmente há o tempo da recompensa, portanto, se for seu caso, permita que o Senhor entre na raiz da situação e trate sua vida.



 Vilson Ferro Martins - www.vozdotrono.com.br